Friday, March 27, 2020

Palácio Museu Olímpio Campos Aracaju

O Palácio Museu Olímpio Campos Aracaju é um palácio localizado em Aracaju, Sergipe. Inaugurado em 1863, o prédio foi a sede do governo do estado de Sergipe até 1995. Em 2010 foi transformado em um museu. O imperador Dom Pedro II visitou o palácio, ainda em obras, em 10 de janeiro de 1860.

O Palácio – História Quem conhece Sergipe certamente já ouviu falar da importância histórica, política e cultural do Palácio Olímpio Campos – um dos mais importantes patrimônios do estado.

Palácio Museu Olímpio Campos Aracaju

Idealizado na época do Brasil Império, inicialmente, pelo então Presidente de Sergipe, Dr. Salvador Correia de Sá, em 1856, o “Palácio Provincial” seria criado para funcionar como sede do Governo do Estado e residência do governador na capital sergipana, tendo em vista que a mesma já havia sido transferida de São Cristóvão para Aracaju. Este projeto, de autoria dos engenheiros Francisco Pereira da Silva e Sebastião Pirro, não foi aprovado naquela época e, posteriormente, em outras gestões, foram apresentadas novas propostas para a construção do Palácio, mas que também não obtiveram êxito.

Na presidência do Dr. Manuel da Cunha Galvão foi elaborado um novo projeto, também de autoria de Francisco Pereira da Silva, que foi, finalmente, aprovado pelo Governo Imperial. Este projeto sofreu alterações com a construção de um pavimento superior, tornando-se mais adequado às necessidades funcionais da sede do Governo Provincial. No pavimento térreo funcionariam as Secretarias de Governo e no pavimento superior, a sala de despachos e a residência do governador. Essas obras foram iniciadas em 1859 e concluídas em 1863, na presidência do Dr. Joaquim de Mendonça. Somente em 12 de julho de 1954, através da Lei nº 575, no governo de Arnaldo Garcez, o casarão foi denominado “Palácio Olímpio Campos”, em homenagem ao jornalista, professor e sacerdote Monsenhor Olympio de Souza Campos, cuja personalidade política ganhou destaque em todo território nacional, especialmente como deputado federal, presidente do estado e senador, até meados de 1906 – ano do seu falecimento. Mais de cento e vinte anos após a sua inauguração, em 1985, o Palácio Olímpio Campos foi tombado, através do decreto nº 6.818 de 28 de janeiro, por ser um dos mais significativos monumentos da arquitetura oficial e importante referencial da história política e da cultura sergipanas.

História dos Museus

Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.

Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.

Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.

Palácio Museu Olímpio Campos Aracaju Acervo

A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.

Vagas Palácio Museu Olímpio Campos Aracaju – Trabalhe Conosco

Atitude, responsabilidade, resiliência, criatividade, comprometimento para resultado, e saber trabalhar em equipe são algumas competências necessárias para fazer parte do time. Se você tem esse perfil e está em busca de oportunidades em uma empresa líder de mercado envie agora mesmo seu currículo para o Palácio Museu Olímpio Campos.

Horário de Funcionamento Palácio Museu Olímpio Campos em Aracaju

  • Segunda a Sexta das 10h às 17h

Onde fica, Endereço e Telefone Palácio Museu Olímpio Campos em Aracaju

  • Praça Fausto Cardoso – Centro – Aracaju – SE
  • Telefone: (79) 3198-1461

Mapa de localização

O post Palácio Museu Olímpio Campos Aracaju apareceu primeiro em Encontra Aracaju.



from
https://www.encontraaracaju.com.br/sobre/palacio-museu-olimpio-campos-aracaju/

Museu Galdino Bicho Aracaju

O Museu Galdino Bicho Aracaju tem sua origem com a instituição que o abriga há 106 anos.

Com ele foram inaugurados os fazeres museológicos em Sergipe em uma sociedade lítero–científica, cujo regimento indica o objetivo da sua criação: “guardar objetos sobre os feitos da história de Sergipe”.

Museu Galdino Bicho Aracaju

História dos Museus

Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.

Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.

Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.

Museu Galdino Bicho Aracaju Acervo

A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.

Vagas Museu Galdino Bicho Aracaju – Trabalhe Conosco

Atitude, responsabilidade, resiliência, criatividade, comprometimento para resultado, e saber trabalhar em equipe são algumas competências necessárias para fazer parte do time. Se você tem esse perfil e está em busca de oportunidades em uma empresa líder de mercado envie agora mesmo seu currículo para o Museu Galdino Bicho.

Horário de Funcionamento Museu Galdino Bicho em Aracaju

  • Segunda a Sexta das 08h30 às 12h e das 14h às 17h

Onde fica, Endereço e Telefone Museu Galdino Bicho em Aracaju

  • R. Itabaianinha, 41 – Centro – Aracaju – SE
  • Telefone: (79) 3211-5798

Mapa de localização

O post Museu Galdino Bicho Aracaju apareceu primeiro em Encontra Aracaju.



from
https://www.encontraaracaju.com.br/sobre/museu-galdino-bicho-aracaju/

Museu do Artesanato de Sergipe Aracaju

Um antigo solar junto à praça da Catedral, que hoje tem extensão do quarteirão abriga o Museu do Artesanato de Sergipe Aracaju, onde são expostos trabalhos de vários pontos do Estado, com suas características: trabalhos em barro, palhas, sementes, entalhes em madeira, peças de origens indígenas e caboclas, bem assim, exposição de instrumentos de trabalhos de artesãos.

As rendas para toalhas de mesa e banho, cortinas e vestuário são lindíssimas e além da exposição também se encontra lojinhas de artesãos com preços bem accessíveis, verdadeiras obras de arte.

Museu do Artesanato de Sergipe Aracaju

Tecidos pintados à mão com motivos nordestinos, cestos, sacolas e panos-de-prato elaborados com muita criatividade, especialmente um acessório de pano para cozinha que lá chamam de “seca-mão”, muito curioso e prático para uso na cozinha. Loja de cafezinho, pequenas lanchonetes e lojas de artigos de informática e material para fotografia, com banheiros bem cuidados, oferecem conforto para os visitantes, além de um pátio interno onde eventualmente se apresentam conjuntos de danças típicas do Sergipe. É indispensável a visita do turista durante a tarde para um bom chá gelado neste ambiente agradável e acolhedor.

História dos Museus

Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.

Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.

Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.

Museu do Artesanato de Sergipe Aracaju Acervo

A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.

Vagas Museu do Artesanato de Sergipe Aracaju – Trabalhe Conosco

Atitude, responsabilidade, resiliência, criatividade, comprometimento para resultado, e saber trabalhar em equipe são algumas competências necessárias para fazer parte do time. Se você tem esse perfil e está em busca de oportunidades em uma empresa líder de mercado envie agora mesmo seu currículo para o Museu do Artesanato de Sergipe.

Horário de Funcionamento Museu do Artesanato de Sergipe em Aracaju

  • Segunda a Sexta das 09h às 12h30 e das 13h às 17h30 / Sábado das 09h às 13h30 / Domingo das 09h às 12h30

Onde fica, Endereço e Telefone Museu do Artesanato de Sergipe em Aracaju

  • Praça Olímpio Campos, 769 – Getúlio Vargas – Aracaju – SE
  • Telefone: (79) 3214-8848

Mapa de localização

O post Museu do Artesanato de Sergipe Aracaju apareceu primeiro em Encontra Aracaju.



from
https://www.encontraaracaju.com.br/sobre/museu-do-artesanato-de-sergipe-aracaju/

Museus Sergipe

Um museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.

Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade.

Museus Sergipe

Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo.

Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e na educação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida. Porém, muitos dos conceitos fundamentais que norteiam os museus contemporâneos ainda estão em debate e precisam de clarificação.

História dos Museus

Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.

Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.

Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.

Acervo

A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.

Veja os principais Museus de Aracaju:

  • Museu do Artesanato de Sergipe: Praça Olimpio Campos, 769 – Telefone:
  • Museu da Gente Sergipana: Av. do Ivo do Prado, 398 – Telefone: (79)3218-1551
  • Museu do Homem Sergipana: Rua Estância, 228 – Telefone: (79) 3302-5840
  • Museu Gadino Bicho: Rua Itabaianinha, 41 – Telefone:
  • Palacio Museu Olimpio Campos: Praça Fausto Cardoso, s/n – Telefone: (79) 3198-1461
  • Panetário da CCTEA Galileu Galilei: Jardins – Telefone: (79) 3217-3370
  • Mamulengo de Cheiroso: Rua Igaruaa, 127 – Telefone: (79) 3223-1070
  • Memorial Jenner Augusto: Praça Olimpio Campos, s/n – Telefone:
  • Monumento aos Formadores de Nacionalidade: Av. Santos Dumont, 18 – Telefone: (79)
  • Centro de Artesanato Chica Chaves: Av. Gen. Calazans, 351 – Telefone:
  • Historical Downtown: Rua Jasiel de Brito Cortes, s/n – Telefone:

O post Museus Sergipe apareceu primeiro em Encontra Aracaju.



from
https://www.encontraaracaju.com.br/sobre/museus-sergipe/

Tuesday, December 17, 2019

Praça Fausto Cardoso Aracaju

A Praça Fausto Cardoso Aracaju foi construída no ano de 1857 e leva o nome de um dos mais influentes políticos da história sergipana: Fausto Cardoso de Aguiar, professor, poeta, pensador, jornalista, deputado federal, um grande orador que inflamava as massas com seu discurso vibrante.

A história nos conta que o espaço público, anteriormente era chamado de ‘Praça do Imperador’, ‘Praça do Palácio’, ‘Praça da República’ e ‘Praça Tiradentes’, sendo batizado com o atual nome em 1912, como forma de homenagear Fausto Cardoso que foi executado no local no dia 28 agosto de 1906, durante o episódio conhecido como ‘a tragédia de Sergipe’.

Praça Fausto Cardoso Aracaju

O monumento contém a seguinte frase: “vou morrer defendendo a honra da minha terra”. Fausto Cardoso é patrono da Assembleia Legislativa de Sergipe. O reconhecimento foi realizado pelo então presidente à época, Oliveira Valadão em 1916. A Praça está localizada no centro de Aracaju, com vista para o rio Sergipe, contempla os poderes Legislativo e Judiciário, além do palácio Museu Olímpio Campos e a Escola do Legislativo.

Praça Fausto Cardoso Aracaju História

A Praça foi o local onde foram colocados os primeiros pinos de demarcação da área em que foi construído o centro urbano de Aracaju, pelo engenheiro Pirro. Na época de sua construção, o Espaço Público reunia praticamente todos os serviços públicos da Província: o Palácio, algumas repartições e a Assembléia Provincial. Até 1984, a Praça abrigou o Ministério Público Estadual, e atualmente ainda abriga o Tribunal de Justiça de Sergipe e a Assembléia Legislativa, ficando também conhecida como Praça dos Três Poderes.

Anteriormente denominada como Praça do Imperador; Praça do Palácio; Praça da República; e Praça Tiradentes, foi nomeada como Fausto Cardoso em 1912, uma homenagem ao deputado estadual que foi um dos mais influentes políticos da história sergipana, e que foi morto em agosto de 1906, durante o episódio conhecido como A Tragédia de Sergipe. Em 8 de setembro do mesmo ano, a Praça também recebeu um monumento em homenagem ao líder político, e ganhou novos jardins com dois coretos em estilo art-noveau.

A Praça foi palco dos grandes comícios políticos, como o de Jorge Amado em 22 de dezembro de 1946; o de Plínio Salgado; o de Seixas Dória; o de Leandro Maciel; o de Maynard Gomes; o de Getúlio Vargas; o de Eduardo Gomes; o de Carlos Prestes, que aconteceu em 1947 e que foi anunciado pelos jornais da época como a maior concentração política na História de Sergipe; e o de Augusto Maynard, feito em 11 de janeiro de 1947, dando uma resposta ao comício anterior de Carlos Prestes. A Praça Fausto Cardoso também foi palco do movimento pelas Diretas Já e da e luta contra a ditadura no Brasil. Além destes, a Praça foi cenário de carnavais, desfiles cívicos, e do do lançamento do Forró Caju.

Horário de Funcionamento Praça Fausto Cardoso em Aracaju

  • 24 horas

Onde fica, Endereço e Telefone Praça Fausto Cardoso em Aracaju

  • Praça Fausto Cardoso – Centro – Aracaju – SE
  • Telefone: não possui

Mapa de localização

O post Praça Fausto Cardoso Aracaju apareceu primeiro em Encontra Aracaju.



from
https://www.encontraaracaju.com.br/sobre/praca-fausto-cardoso-aracaju/

Monumento aos Formadores de Nacionalidade Aracaju

Localizado na Orla de Atalaia, o Monumento dos Formadores da Nacionalidade Aracaju tem como objetivo relembrar e prestar homenagem a diversos líderes e figuras importantes na história do Brasil.

Entre os homenageados, estão Joaquim José da Silva Xavier, Zumbi dos Palmares, Dom Pedro II, José Bonifácio de Andrade e Silva, Joaquim Nabuco, Princesa Isabel, Duque de Caxias, Barão do Rio Branco, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, entre outros. Vale a pena visitar e conferir um pouco da nossa história! Os monumentos estão expostos em local público, então podem ser visitados gratuitamente a qualquer hora do dia ou da noite.

Monumento aos Formadores de Nacionalidade Aracaju

Monumento aos Formadores de Nacionalidade Aracaju Descrição

Inicialmente inaugurado com estátuas de oito personagens importantes da história nacional, que eram Tiradentes (mártir da Inconfidência Mineira e patrono cívico do Brasil), Princesa Isabel (a “Redentora”, responsável pela abolição da escravatura), D. Pedro II (o “Magnânimo”, o último imperador brasileiro), José Bonifácio de Andrada e Silva (o “Patriarca da Independência”, importante na decisão da Independência do Brasil), Duque de Caxias (o “Pacificador” ou o “Duque de Ferro”, principal militar da história brasileira), Getúlio Vargas ( “o pai dos pobres”, importante presidente brasileiro), Juscelino Kubitschek (o presidente “bossa-nova”, que tinha como plano de governo fazer “50 anos em 5”) e Barão do Rio Branco (patrono da diplomacia brasileira, responsável pela consolidação das fronteiras brasileiras), hoje conta com mais duas estátuas adicionadas posteriormente, de Zumbi dos Palmares (último líder do Quilombo dos Palmares, maior quilombo do período colonial) e Joaquim Nabuco (abolicionista e fundador da Academia Brasileira de Letras), sendo todas esculpidas pelo artista mineiro Leo Santana.

Horário de Funcionamento Monumento aos Formadores de Nacionalidade em Aracaju

  • 24 horas

Onde fica, Endereço e Telefone Monumento aos Formadores de Nacionalidade em Aracaju

  • Av. Santos Dumont, 18 – Atalaia – Aracaju – SE
  • Telefone: não possui

Mapa de localização

O post Monumento aos Formadores de Nacionalidade Aracaju apareceu primeiro em Encontra Aracaju.



from
https://www.encontraaracaju.com.br/sobre/monumento-aos-formadores-de-nacionalidade-aracaju/

Espaço Zé do Peixe Aracaju

O Espaço Zé do Peixe Aracaju presta homenagem a José Martins Ribeiro Nunes, carinhosamente apelidado de Zé Peixe. Tido como ícone sergipano, Zé Peixe ganhou fama ao auxiliar a navegação pelo Rio Sergipe. Ele pulava na água de alturas inacreditáveis e guiava os capitães por caminhos seguros.

Há registros de que ele tenha nadado até 13 quilômetros. Apesar da fama, das várias premiações e do modo único de guiar as embarcações, sempre nadando, ele levava uma vida muito simples e é lembrado pela população como um herói sergipano.

Espaço Zé do Peixe Aracaju

O Espaço possui dois pavimentos: no inferior, há lojas de artesanatos e doces típicos da região. No parte superior, os visitantes podem contemplar o Rio Sergipe e conferir o memorial do Zé Peixe, com peças, fotografias e painéis que contam a trajetória do sergipano.

Espaço Zé do Peixe Aracaju História

Zé Peixe foi uma figura marcante de Aracaju, pois ele era um prático que guiava as embarcações na barra e no Porto de Aracaju. A diferença é que ele exercia a função muitas vezes dentro d’água se destacando pelas suas habilidades dentro do rio e do mar. Tamanha habilidade permitiu a Zé do Peixe salvar em 1952 três remadores do Rio Grande do Norte de um naufrágio, recebendo uma medalha de ouro em agradecimento. Ele também salvou em 1959 dois marujos que caíram da embarcação durante uma tempestade.

Além desses foram outros feitos menores, mas que não deixaram de engrandecer a imagem desse honrado cidadão do Sergipe a ponto de merecer esse espaço em sua homenagem que hoje é um ponto turístico de Aracaju.

O que tem no Espaço Zé do Peixe Aracaju

O Espaço Zé Peixe tem uma vista incrível para o Rio Sergipe, além de abrigar no local uma estátua do Zé Peixe e também um tototó, que é uma canoa a motor de madeira, patrimônio imemorial dos sergipanos. O nome tototó para esse tipo de embarcação foi carinhosamente apelidado pelo barulho que a embarcação fazia para levar os passageiros.

A partir da introdução de lanchas, caiu o número de pessoas que viajam de tototó a ponto de não ser considerado mais uma embarcação de transporte como antigamente. Porém hoje ele é utilizado ainda para o turismo, no qual é possível fazer um passeio de tototó em Aracaju.

Vagas Espaço Zé do Peixe Aracaju – Trabalhe Conosco

Atitude, responsabilidade, resiliência, criatividade, comprometimento para resultado, e saber trabalhar em equipe são algumas competências necessárias para fazer parte do time. Se você tem esse perfil e está em busca de oportunidades em uma empresa líder de mercado envie agora mesmo seu currículo para o Espaço Zé do Peixe Aracaju.

Horário de Funcionamento Espaço Zé do Peixe em Aracaju

  • Segunda a Sábado das 08h às 19h

Onde fica, Endereço e Telefone Espaço Zé do Peixe em Aracaju

  • Av. Ivo do Prado, 25 – Centro – Aracaju – SE
  • Telefone: (79) 3179-1490

Mapa de localização

O post Espaço Zé do Peixe Aracaju apareceu primeiro em Encontra Aracaju.



from
https://www.encontraaracaju.com.br/sobre/espaco-ze-do-peixe-aracaju/